quinta-feira, 2 de abril de 2009

VARIADAS


GUIA DE CEGO
Objetivo: Compreender a importância de Deus e dos outros no nosso dia-a-dia.

Participantes: Indefinido sendo Nº pares de pessoas.

Tempo Estimado: 25 minutos.

Material: Alguns vendas ou lençóis, e uma área com obstáculos, de preferência em campo aberto.

Descrição: O coordenador venda os olhos de todas, caso não tenha vendas o coordenador devera pedir a todos que fechem os olhos. Os cegos devem caminhar desviando-se dos obstáculos durante determinado intervalo de tempo. Após este tempo deve-se realizar alguns questionamentos para os mesmos, tais como:

- Como vocês se sentiram sem poder enxergar?

- Tiveram medo? Por quê? De quê?

- Que acham da sorte dos cegos?

Em seguida, a metade dos participantes deveram abrir os olhos para servir como guia, que conduzirá o cego por onde quiser. Depois de algum tempo podem ser feito tudo novamente onde os guias iram vendar os olhos e os cegos serão os guias. Após este tempo deve-se realizados os seguintes questionamentos:

- Como vocês se sentiram nas mãos dos guias?

- Tiveram confiança ou desconfiança? Por quê?

- É preferível sozinho ou com um guia? Por quê?

Por último, dispõe-se dois voluntários de cego, sendo que um guiará o outro. Ao final, pode-se realizar os mesmos questionamentos do passo anterior. Dentre os questionamentos finais, a todos, pode-se citar:

- O que a dinâmica teve de parecido com a vida de cada um?

- Além da cegueira física, vocês conhecem outros tipos de cegueira?

- Quais? (ira, ignorância, inveja, apatia, soberba, etc.)

- Os homens tem necessidade de guias? Quem são os outros guias? (Deus, Jesus, Maria, família, educadores, amigos, etc.)

- Costumamos confiar nestes guias? O que acontece com quem não aceita o serviço de um guia?

- Qual a pior cegueira: a física ou a de espírito? Por quê?

O Evangelho relata várias curas de cegos (Mt 9,27-32; e Jo 9,1-39). Qual a semelhança que se pode encontrar, por exemplo, entre o relato de São Lucas e a sociedade moderna? Qual a semelhança entre a cura da vista e a missão da igreja de conscientização?



Mateus 9, 27-32
27 Quando Jesus saiu dali, dois cegos o seguiram, gritando: «Tem piedade de nós, filho de Davi.» 28 Jesus chegou em casa, e os cegos se aproximaram dele. Então Jesus perguntou: «Vocês acreditam que eu posso fazer isso?» Eles responderam: «Sim, Senhor.» 29 Então Jesus tocou os olhos deles, dizendo: «Que aconteça conforme vocês acreditaram.» E os olhos deles se abriram. 30 Então Jesus lhes ordenou: «Tomem cuidado para que ninguém fique sabendo.» 31 Mas eles saíram, e espalharam a notícia por toda aquela região.

32 Quando já tinham saído os dois cegos, levaram a Jesus um mudo que estava possuído pelo demônio.

João 9, 1-39

Jesus cura a cegueira dos homens - 1 Ao passar, Jesus viu um cego de nascença. 2 Os discípulos perguntaram: «Mestre, quem foi que pecou, para que ele nascesse cego? Foi ele ou seus pais?» 3 Jesus respondeu: «Não foi ele que pecou, nem seus pais, mas ele é cego para que nele se manifestem as obras de Deus. 4 Nós temos que realizar as obras daquele que me enviou, enquanto é dia. Está chegando a noite, e ninguém poderá trabalhar. 5 Enquanto estou no mundo, eu sou a luz do mundo.» 6 Dizendo isso, Jesus cuspiu no chão, fez barro com a saliva e com o barro ungiu os olhos do cego. 7 E disse: «Vá se lavar na piscina de Siloé.» (Esta palavra quer dizer «O Enviado»). O cego foi, lavou-se, e voltou enxergando.

8 Os vizinhos e os que costumavam ver o cego, pois ele era mendigo, perguntavam: «Não é ele que ficava sentado, pedindo esmola?» 9 Uns diziam: «É ele mesmo.» Outros, porém, diziam: «Não é ele não, mas parece com ele.» Ele, no entanto, dizia: «Sou eu mesmo.» 10 Então lhe perguntaram: «Como é que seus olhos se abriram?» 11 Ele respondeu: «O homem que se chama Jesus fez barro, ungiu meus olhos e me disse: ‘Vá se lavar em Siloé’. Eu fui, me lavei, e comecei a enxergar.» 12 Perguntaram-lhe: «Onde está esse homem?» Ele disse: «Não sei.»

Pior cego é aquele que não quer ver - 13 Então levaram aos fariseus aquele que tinha sido cego. 14 Era sábado o dia em que Jesus fez o barro e abriu os olhos do cego. 15 Então os fariseus lhe perguntaram como é que tinha recuperado a vista. Ele disse: «Alguém colocou barro nos meus olhos, eu me lavei, e estou enxergando.» 16 Então os fariseus disseram: «Esse homem não pode vir de Deus; ele não guarda o sábado.» Outros diziam: «Mas como pode um pecador realizar esses sinais?» 17 E havia divisão entre eles. Perguntaram outra vez ao que tinha sido cego: «O que você diz do homem que abriu seus olhos?» Ele respondeu: «É um profeta.»

18 As autoridades dos judeus não acreditaram que ele tinha sido cego e que tinha recuperado a vista. Até que chamaram os pais dele 19 e perguntaram: «Este é o filho que vocês dizem ter nascido cego? Como é que ele agora está enxergando?» 20 Os pais disseram: «Sabemos que é o nosso filho e que nasceu cego. 21 Como é que ele agora está enxergando, isso não sabemos. Também não sabemos quem foi que abriu os olhos dele. Perguntem a ele. É maior de idade e pode dar explicação.» 22 Os pais do cego disseram isso porque tinham medo das autoridades dos judeus, que haviam combinado expulsar da sinagoga quem confessasse que Jesus era o Messias. 23 Foi por isso que os pais disseram: «É maior de idade; perguntem a ele.»

24 Então as autoridades dos judeus chamaram de novo o homem que tinha sido cego e lhe disseram: «Confesse a verdade. Nós sabemos que esse homem é um pecador.» 25 Ele respondeu: «Se ele é pecador, isso eu não sei; só sei que eu era cego e agora estou enxergando.» 26 Eles insistiram: «Que é que ele fez? Como foi que abriu seus olhos?» 27 Ele respondeu: «Eu já lhes disse, e vocês não me escutaram. Por que vocês querem ouvir de novo? Será que também vocês querem se tornar discípulos dele?» 28 Então insultaram o cego curado e disseram: «Você é que é discípulo dele. Nós, porém, somos discípulos de Moisés. 29 Sabemos que Deus falou a Moisés, mas quanto a esse homem, nem sabemos de onde ele é.» 30 Ele respondeu: «Isso é de admirar! Vocês não sabem de onde ele é. No entanto, ele abriu meus olhos. 31 Sabemos que Deus não ouve os pecadores, mas ouve aquele que o respeita e faz a sua vontade. 32 Nunca se ouviu falar que alguém tenha aberto os olhos de um cego de nascença. 33 Se esse homem não vem de Deus, não poderia fazer nada.» 34 Eles disseram: «Você nasceu inteirinho no pecado e quer nos ensinar?» E o expulsaram.

Jesus torna cegos os que pensam ver - 35 Jesus, ouvindo dizer que tinham expulsado aquele que fora cego, foi à procura dele e perguntou-lhe: «Você acredita no Filho do Homem?» 36 Ele respondeu: «Quem é ele, Senhor, para que eu acredite nele?» 37 Jesus disse: «Você o está vendo; é aquele que está falando com você.» 38 O cego que tinha sido curado disse: «Eu acredito, Senhor.» E se ajoelhou diante de Jesus. 39 Então Jesus disse: «Eu vim a este mundo para um julgamento, a fim de que os que não vêem vejam, e os que vêem se tornem cegos.» 40 Alguns fariseus que estavam perto dele ouviram isso e disseram: «Será que também somos cegos?» 41 Jesus respondeu: «Se vocês fossem cegos, não teriam nenhum pecado. Mas como vocês dizem: ‘Nós vemos’, o pecado de vocês permanece.»

"Não basta amar os outros ,é preciso que eles o percebam."



Espelho
Objetivo: Despertar para a valorização de si. Encontrar-se consigo e com seus valores.

Participantes: 10 a 20 pessoas

Tempo Estimado: 30 minutos

Material: Um espelho escondido dentro de uma caixa, de modo que ao abri-la o integrante veja seu próprio reflexo.

Descrição: O coordenador motiva o grupo: "Cada um pense em alguém que lhe seja de grande significado. Uma pessoa muito importante para você, a quem gostaria de dedicar a maior atenção em todos os momentos, alguém que você ama de verdade... com quem estabeleceu íntima comunhão... que merece todo seu cuidado, com quem está sintonizado permanentemente... Entre em contato com esta pessoa, com os motivos que a tornam tão amada por você, que fazem dela o grande sentido da sua vida..." Deve ser criado um ambiente que propicie momentos individuais de reflexão, inclusive com o auxílio de alguma música de meditação. Após estes momentos de reflexão, o coordenador deve continuar: "... Agora vocês vão encontrar-se aqui, frente a frente com esta pessoa que é o grande significado de sua vida".Em seguida, o coordenador orienta para que os integrantes se dirijam ao local onde está a caixa (um por vez). Todos devem olhar o conteúdo e voltar silenciosamente para seu lugar, continuando a reflexão sem se comunicar com os demais. Finalmente é aberto o debate para que todos partilhem seus sentimentos, suas reflexões e conclusões sobre esta pessoa tão especial. É importante debater sobre os objetivos da dinâmica.

"O amor não desiste perante o impossível, não desarma perante a dificuldade."


Dificuldade
Objetivo: a) Esclarecer valores e conceitos morais. b) Provocar um exercício de consenso, a fim de demonstrar sua dificuldade, principalmente quando os valores e conceitos morais estão em jogo.

Participantes: 30 pessoas

Tempo: 1 hora

Descrição: o coordenador explica os objetivos do exercício. A seguir distribuirá uma cópia do "abrigo subterrâneo" a todos os participantes, para que façam uma decisão individual, escolhendo as seis pessoas de sua preferência. Organizar, a seguir, subgrupos de 5 pessoas. Para realizar a decisão grupal, procurando-se alcançar um consenso. Forma-se novamente o grupo maior, para que cada subgrupo possa relatar o resultado da decisão grupal. Segue-se um debate sobre a experiência vivida.

Abrigo subterrâneo
Imaginem que nossa cidade está sob ameaça de um bombardeio. Aproxima-se um homem e lhes solicita uma decisão imediata. Existe um abrigo subterrâneo que só pode acomodar seis pessoas. Há doze pessoas interessadas a entrar no abrigo. Faça sua escolha, destacando seis somente.

- Um violinista, com 40 anos de idade, narcótico viciado:

- Um advogado, com 25 anos de idade;

- A mulher do advogado, com 24 anos de idade, que acaba de sair do manicômio. Ambos preferem ou ficar juntos no abrigo, ou fora dele;

- Um sacerdote, com a idade de setenta e cinco anos;

- Uma prostituta, com 34 anos de idade;

- Um ateu, com 20 anos de idade, autor de vários assassinatos;

- Uma universitária que fez voto de castidade;

- Um físico, com 28 anos de idade, que só aceita entrar no abrigo se puder levar consigo sua arma;

- Um declamador fanático, com 21 anos de idade;

- Uma menina com 12 anos e baixo QI;

- Um homossexual, com 47 anos de idade;

- Um deficiente mental, com 32 anos de idade, que sofre de ataques epilépticos.


93. Meu Deus, e agora ?
Objetivo: Reflexão interior

Participantes: todos

Tempo: 45 minutos.

Objetivos: Reflexão interior

Descrição: O condutor da dinâmica, começa então a citar coisas que geralmente acontecem no dia a dia.

O condutor pede para que cada um reflita em cada colocação ele irá fazer. Que cada um vá imaginado um painel e colocando ali todas as pessoas e os fatos.

O condutor diz: Você que algumas vezes reclamava da vida, agora se encontra com apenas duas semanas de vida. Quantas vezes você reclamou que sua vida era monótona, e agora você se vê cheio de vontade de viver. Quantas não foram as vezes que você reclamou de sua casa, de suas roupas, de todas as suas coisas, e quantas não foram as vezes que você chegou em casa, e sua mãe com todo o amor e carinho havia preparado a refeição, e você olhava para a comida, em sem se importar com os sentimentos de sua mãe você reclamava. Quantas vezes seu pai lhe deu conselhos, para o seu próprio bem, e você não aceitou, fez tudo errado, e seu pai e sua mãe ficaram tristes e magoados, porque o ama.

E seus irmãos, aqueles com quem você vive brigando, xingando, e agora? Como fazer para dizer-lhes que no fundo, você os ama?

E seus amigos, você agiu realmente como amigo deles. E aquelas pessoas que você magoou, ou que te magoaram? Você gostaria de reconciliar-se? E o mais importante, Deus, você não tem o que acertar com Deus? Você deu a Deus a chance de participar de sua vida? E agora? Será que dá tempo de concertar todos esses desacertos em sua vida?

O condutor pode acrescentar mais situações e acões.

- No final (após um grande período de reflexão) pede-se para mentalizarem o painel novamente, olhar cada pessoa ali colocada e principalmente a Jesus. Pede-se também para todos refletirem o quanto é bom viver e que hoje nós não temos duas semanas mas uma vida inteira pela frente, se pisamos na bola várias vezes, porque então não começamos hoje mesmo a mudar isso? Pois temos saúde, e uma vida, louvemos a Deus por isso,...

- Após esta forte reflexão faz-se então grande oração pedindo a presença de Jesus e do Espírito Santo. Detalhe: o condutor terminará esta dinâmica da maneira que quiser, mas o importante é que toque fundo no coração das pessoas e que as faça refletir.



96. Emprestando o lápis
Objetivo: Mostrar a importância da partilha e a união entre as crianças.

Dinâmica criada por: Anderson - Paróquia Imaculada Conceição - Vila Rezende - Piracicaba -SP

Objetivo: Mostrar a importância da partilha e a união entre as crianças.

Participantes: Todos os presentes no encontro

Material: Lápis de cor e desenho impresso.

- Pedir para que as crianças tragam para o próximo encontro um lápis de cor. Importante: Cada criança deve trazer apenas UM lápis. Se a catequista ver que a criança trouxe a caixa com mais cores, pedir para que a criança escolha a cor que mais gosta.

- A catequista deve trazer impresso em papel um desenho para as crianças colorirem. O ideal é uma folha para cada criança. Na folha deverá ter o mesmo desenho duas vezes.

Clique aqui para salvar um exemplo.

Clique aqui para ver outros desenhos.

Descrição: Distribuí-se uma folha para cada criança, pedindo que elas pintem apenas um desenho e com a lápis que trouxe. O desenho vai ficar com uma tonalidade apenas.

Quando as crianças terminarem o primeiro desenho, pede-se que inicie o segundo, mas agora elas não irão pintar somente com as cores que elas trouxeram e sim que emprestem o lápis do outro amigo para colorir o desenho, assim cada criança irá emprestar o lápis de um amigo para colorir e no final todos terão um trabalho colorido.

Conclusão: O primeiro desenho ficou com uma cor uniforme, com isso acabou ficando feio, esquisito. Mas quando eles emprestaram o lápis do amiguinho, o desenho ficou mais bonito, colorido.

Com isso deve-se mostrar a criança que elas precisam se unir e se ajudarem mutuamente, explica-se que quantas outras crianças pobres que não tem o que eles tem, por exemplo, brinquedos, comidas etc. Sendo assim, diante de nossas possibilidades, devemos dar um pouquinho daquilo que temos.



. Semeando a amizade
Objetivo: Lançar boas semente aos amigos; formar amizades.

Participantes: 7 a 15 pessoas

Tempo Estimado: 30 minutos

Material: Três vasos, espinhos, pedras, flores e grãos de feijão.

Descrição: Antes da execução da dinâmica, deve-se realizar a leitura do Evangelho de São Mateus, capítulo 13, versículos de 1 a 9. Os espinhos, as pedras e as flores devem estar colocados cada qual em um vaso diferente. Os vasos devem estar colocados em um local visível a todos os integrantes. Nesta dinâmica, cada vaso representa um coração, enquanto que grãos de feijão, representam as sementes descritas na leitura preliminar. Então, cada integrante deve semear um vaso, que simboliza uma pessoa que deseje ajudar, devendo explicar o porquê de sua decisão. Pode-se definir que as pessoas citadas sejam outros integrantes ou qualquer pessoa. Além disso, se o tempo permitir, pode-se utilizar mais que uma semente por integrante.

terça-feira, 10 de março de 2009

DATAS COMEMORATIVAS


Idéias e Dicas - Dinamicas, De quem sera o presente?Agenda • Culinária •
Cursos • Dicas • Dinâmicas • História • Jogos • Meditação • Música • Trab.
Manual • Teatro

De quem será o presente?
Elaine T., ?, 2002
Tema: Autoestima; dons e serviço.
Duração: 20 min.
Público: adolescentes, mínimo 5 pessoas.
Material: 1 Presente (pode ser bombons com mensagens, ou outra
lembrancinha, mas que tenha uma para cada pessoa. Deve estar em uma caixa
bonita de presente, que desperte a curiosidade de todos.)
Embrulhe o presente da seguinte maneira: primeiro uma camada de papel de
presente, a mensagem número 14. Papel de presente, a mensagem número 13;
papel de presente, mensagem número 12, e assim sucessivamente até usar
todas as mensagens. Termine com uma camada de papel de presente.
Explique que uma pessoa no grupo irá receber o presente, mas que ela tem
que ser a pessoa certa. Sorteie quem irá começar a brincadeira. A pessoa
sorteada abre o primeiro papel de presente e acha o bilhete e age de
acordo, passando o presente a próxima pessoa. Assim até que todos os
papéis tenham sido abertos. Incentive as pessoas a procurarem alguém que
ainda não tenha participado a cada nova instrução.
Parabéns!! Você tem muita sorte, foi sorteado com este presente. Ele
simboliza a compreensão, a confraternização e a amizade que temos e
ampliaremos. Mas o presente não será seu. Observe os amigos e aquele que
considera mais organizado será o ganhador dele.
A organização é algo de grande valor e você é possuidor desta virtude,
irá levantar-se para entregar este presente ao amigo que você achar mais
feliz.
Você é feliz, construa sempre a sua felicidade em bases sólidas. A
felicidade não depende dos outros, mas de todos nós mesmos, mas o
presente ainda não será seu. Entregue-o para uma pessoa que na sua
opinião é muito meiga.
A meiguice é algo muito raro, e você a possui, parabéns. Mas o presente
ainda não será seu. E você com jeito amigo não vai fazer questão de
entregá-lo a quem você acha mais extrovertida.
Por ter este jeito tão extrovertido é que você está sendo escolhido para
receber este presente, mas infelizmente ele é seu, passe-o para quem
você considera muito corajoso.
Você foi contemplada com este presente, e agora demonstrando a virtude
da coragem pela qual você foi escolhida para recebe-lo, entregue-o para
quem você acha mais inteligente.
A inteligência nos foi dada por Deus, parabéns por ter encontrado espaço
para demonstrar este talento, pois muitos de nossos irmãos são
inteligentes, mas a sociedade muitas vezes os impede que desenvolvam sua
inteligência. Agora passe o presente para quem você acha mais simpático.

Para comemorar a escolha distribua largos sorrisos aos amigos, o mundo
está tão amargo e para melhorar um pouco necessitamos de pessoas
simpáticas como você. Parabéns pela simpatia, não fique triste, o
presente não será seu, passe-o a quem você acha mais dinâmica.
Dinamismo é a fortaleza, coragem, compromisso e energia. Seja sempre
agente multiplicador de boas idéias e boas ações em seu meio. Precisamos
de pessoas como você, parabéns, mas passe o presente a quem você acha
mais solidário.
Solidariedade é a coisa rara no mundo em que vivemos, de pessoas
egocêntricas. Você está de parabéns por ser solidário com seus colegas,
mas o presente não será seu, passe-o a quem você acha mais alegre.
Alegria!!! Você nessa reunião poderá fazer renascer em muitos corações a
alegria de viver, pessoas alegres como você transmitem otimismo e alto
astral. Com sua alegria passe o presente a quem você acha mais elegante.

Parabéns a elegância completa a citação humana e sua presença se torna
mais marcante, mas o presente não será seu, passe-o para aquele amigo
que você acha mais bonito.
Que bom!!! Você foi escolhido o amigo mais bonito entre o grupo, por
isso mostre desfilando para todos observarem o quanto você é bonito. Mas
o presente não será seu, passe-o para quem lhe transmite paz.
O mundo inteiro clama por paz e você gratuitamente transmite esta tão
riqueza, parabéns!!! Você está fazendo falta as grandes potências do
mundo, responsáveis por tantos conflitos entre a humanidade. O presente
é seu!!! Pode abrí-lo. Com muita paz, abra o presente e passe-o a todos
os seus amigos e deseje-lhes em nome de todos nós, muita paz.
Se quiser encerre com uma conversa: Quão difícil foi escolher uma pessoa
com a qualidade descrita? Há mais pessoas no grupo com as mesmas
qualidades? Há desvantagens em ter determinadas qualidades ou de que forma
as pessoas podem interpretar sua qualidade como algo negativo (ex.:
elegância pode ser confundida com esnobismo; ou alegria pode ser
confundida com falta de realismo)? Quais qualidades são as mais
importantes? Quais são necessárias ao trabalho da igreja, e como?
Idéias e Dicas para JE & ED • Favor mencionar autor e fonte sempre que
utilizar este material. • Proibida a reprodução para uso comercial.

QUARESMA


ACREDITAR NO EVANGELHO NOS FAZ VENCER AS TENTAÇÕES
NARRADOR: Gigi era uma garota muito maltratada por todos os seus colegas, na escola, na rua, em qualquer lugar em que estivesse, não conseguia fazer amigos, todo mundo a achava muito estranha, medrosa e diferente dos outros. Também na família quase não tinha a atenção de seus pais. Um dia, ela teve um sonho que mudou sua vida. Sonhou que a partir daquele dia, seria uma criança diferente, e que todas as pessoas iriam respeitá-la e amá-la. O que será que aconteceu com Gigi?
GIGI: A partir de hoje, todos vão me respeitar, não quero mais ser maltratada por ninguém. Mas, por onde posso começar?
CONC. BOA: Pelo começo, com certeza!
GIGI: Epa! Quem é você?
CONC. BOA: Eu sou a sua Boa Consciência, estou aqui para ajudá-la a se tornar uma pessoa diferente. Não é o que você quer ser?
GIGI: Quero, eu quero sim!
CONC. BOA: Muito bem, trago aqui comigo este Livro Mágico, que pode ajudá-la a se tornar essa pessoa que você tanto sonha.
GIGI: Que legal, me dá aqui que eu quero ler agorinha mesmo!
CONC. BOA: Calma, calma, este livro ajudará você nos momentos de indecisões, mas é preciso que fique muito atenta, pois terá que passar por muitas provas.
GIGI: Ah! Mas eu já tenho provas na escola, e aqui também eu preciso ter?
CONC. BOA: Você quer ou não quer realizar o seu sonho?
GIGI: Tá bom, tá bom. O que eu preciso fazer?
CONC. BOA: Você terá que atravessar por algumas situações ao longo de sua jornada. E ao fazer isso, dirigida pelas orientações deste livro mágico, você terá a sabedoria necessária para se tornar essa pessoa que tanto deseja ser.
GIGI: Mas será que eu vou conseguir?
CONC. BOA: Não tenha medo, eu estarei sempre com você, confie em mim e nas minhas palavras, que tudo dará certo. Tome, fique com este amuleto também para que se lembre sempre disso. Boa sorte, Gigi, boa sorte...
NARRADOR: Gigi pegou o amuleto e viu que se tratava de uma cruz, colocou-a no pescoço, abraçou o Livro Mágico e disse:
GIGI: Eu posso, eu vou conseguir!
NARRADOR: Gigi seguiu caminhando, com muita confiança e de repente se viu numa situação, onde, provavelmente seria a primeira prova da qual sua Boa Consciência havia lhe falado. Próximo ao muro, ela avistou uma linda bicicleta, aliás, a bicicleta, igualzinha a que ela tinha visto numa loja, e que seus pais não tinham condições de comprar. Olhou para os lados e não viu ninguém por perto:
GIGI: Ué! Como alguém pode deixar uma bicicleta dessa largada por aí? Será que tem dono?
CONC.RUIM: Psiu! Psiu! Ei menina, não seja boba, ninguém está vendo mesmo, pega essa bicicleta pra você!
GIGI: Epa! Quem está falando comigo?
CONC.RUIM: Não interessa! Estou falando que você deve pegar logo esta bicicleta, antes que chega alguém. Aproveite, ninguém está vendo. Você achou e achado não é roubado. Pega, pega, pega!
GIGI: Isto não está certo! Esta bicicleta não me pertence. Eu não posso pegar e mentir dizendo que esta bicicleta é minha!
CONC.RUIM: Como você é boba! Vai logo. Deixa de bobeira, Vai, vai, vai logo! Pega, pega, pega...
NARRADOR: Gigi bem que lutou contra aquela voz, que a atiçava a pegar a bicicleta, e pensou, que se desse só uma voltinha não ia fazer mal algum, então aproximou-se da bicicleta e quando ia colocar a mão nela, sentiu algo estranho no seu coração, colocou a mão e viu o amuleto que sua Boa Consciência havia dado, então lembrou-se do Livro Mágico, que estava na sua bolsa, abriu-o e leu a seguinte inscrição:
GIGI: "O Reino de Deus está próximo, converta e creia no Evangelho!" Não, esta bicicleta não me pertence e eu não vou mexer naquilo que não me pertence. Se fizer isso, provavelmente alguém ficará triste com esta minha atitude. Vai embora de perto de mim. Eu não vou te obedecer. Vai embora! Voz horrível! Voz feia!
DONA BIC.: Você está falando sozinha?
GIGI: É, parece que sim, acho que estou doida, ouvindo vozes. Estava admirando esta bicicleta, ela é sua?
DONA BIC.: Sim, ganhei no Natal. E você, não tem bicicleta?
GIGI: Não, meus pais não podem comprar, mas não tem problema, um dia eu vou crescer, trabalhar e comprar uma pra mim.
DONA BIC.: Sabe, eu tenho uma prima que já ficou grande e não usa mais a bicicleta dela, e eu fiquei sabendo que ela vai dar pra alguém, por acaso você tem interesse? Posso ver se ela doa a bicicleta pra você.
GIGI: Puxa! Verdade! Mas isso seria maravilhoso! Podemos ir lá agora?
DONA BIC.: Claro, vamos lá. Quer ir andando na minha bicicleta?
NARRADOR: É, como é bom seguirmos a voz do nosso coração e fazermos sempre o bem. Com essa atitude de Gigi, com certeza ela conquistou uma grande amizade. Quem vence a tentação do mundo é sempre feliz e faz todas as pessoas com quem convive, feliz também. Só vence a tentação da injustiça quem ama o próximo e respeita os seus direitos.

HINO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE
...
O povo meu, chegou a mim o teu lamento,
conheço o medo e insegurança em que estás,
eu venho a ti, sou tua força e o teu alento,
vou ti mostrar caminho novo para a paz.

Onde pões tua confiança?
Segurança quem te traz,
é o amor que tudo alcança,
só a justiça gera paz.

Quando o direito habitar a tua casa,
quando a justiça se sentar a tua mesa,
a segurança de brincar em tuas praças,
enfim a paz demonstrará sua beleza.

A segurança é vida plena para todos,
trabalho digno, moradia e educação,
é ter saúde e os direitos respeitados,
é construir fraternidade, é ser irmão.



Paixão de Cristo

Personagens:
2 Jovens : Lucas e joão
Apóstolos
Jesus
Maria, Maria Madalena
Mulheres e outras pessoas

Roteiro:

2 Jovens caminham juntos ,conversando .....estão voltando da missa da paixão.
Lucas para e observa tudo ao seu redor, soturno.....
João interrompe:

Lucas _ Dias difíceis aqueles.....dói só de imaginar...
João _ Sinto o mesmo, depois da missa e das cerimônias fico refletindo sobre Jesus e aquelas últimas 12 horas de sua vida.

Uma voz proclama alto : Eis o cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo.

Fecha-se a cena dos jovens, com eles se sentando em algumas pedras, enquanto no palco aparece em aberto os apóstolos assentados ao chão com o Mestre um pouco afastado em oração juntamente com Pedro e os dois filhos de Zebedeu.
Agustiado, toca no ombro de Pedro e diz:
_ Minha alma está triste até a morte. Ficai aqui comigo e vigiai.

Jesus afasta-se, prosta-se no chão e diz:
Meu pai afasta de mim esse cálice.

Em seguida ergue-se e busca por Pedro que se encontra dormindo juntamente com os outros apóstolos.

Jesus, sentindo o peso do momento questiona Pedro:
Não podeis vigiar uma hora comigo?, Vigiai e orai para não entrares em tentação, O espírito pode estar pronto mas a carne é fraca.

Jesus afasta-se novamente, no palco a cena volta-se aos jovens,João e Lucas.

_Creio que neste momento Jesus começou a sentir todas as fraquezas de ser humano,disse Lucas.
João _ Sim e mais duas vezes ele voltou-se aos apóstolos que se encontravam dormindo. Como pode, dormirem naquela hora?
Lucas _ Mas, Jesus, sabia do seu comprometimento com o pai
Revelou e testemunhou a todos o amor e os projetos de Deus, denunciou as in
justiças, a hipocrisia e a falsidade.
João _ E isto o levou a morte e morte de cruz.....- Levanta-se abruptamente,com um certo tom de severidade na voz.
Sentindo o peso daquele momento

Os jovens voltam a refletir enquanto a encenação volta-se ao lado,

Um bando de soldados e pessoas rodeiam Jesus brandindo espadas ,gritando impropérios ( mentiroso,falso,sandio,impostor,bárbaro), empurrado por essa multidão que o joga aos pés de Caifás,(sumo- sacerdote), que se levanta de onde está sentado e se dirige a Jesus:
_ O que tens a responder para essa multidão
Jesus no entanto permanece calado
Caifás continua _ Por Deus, conjuro-te que nos diga se és mesmo o filho de Deus o Cristo?
Jesus responde:
_ Sim, e digo mais que hoje mesmo vereis o filho do homem sentar-se à direita do Todo Poderoso e voltar sobre as nuvens do céu.
Assim num ato violento o Caifás rasga as roupas de Jesus e Grita
_Blasfêmia, mereces Morrer.
A multidão enfurecida avança para Jesus e aos chutes ,cuspes e pontapés fecha-se o quadro.

Lucas e João, revisam o momento:
_ Como pode ser, o mesmo povo que o amou, o adorou, agora cospe em suas vestes.
_ Nesta hora a profecia começara a se cumprir, neste momento, Jesus sentiu-se mais próximo dos céus, mas ainda assim seus sentidos humanos eram muito fortes e a dor fora uma tentação real.
-Somente o Filho de Deus estaria preparado para o que viria à seguir.

Cena: Dois homens visivelmente surrados um Barrabás, bandido conhecido tanto dos Judeus quanto dos Romanos, o outro Jesus, o Galileu.

Os homens estão de cabeça baixa, quando uma voz vem caminhando em direção à frente do palco entre os dois:
_ Hoje é a vossa Páscoa, e como sempre darei o indulto a um prisioneiro a sua escolha. Qual deles ireis escolher Barrabás, assassino conhecido de vocês ou Jesus que se diz o Filho de Deus ?

Todos gritam em coro repetido: Barrabás, Barrabás, Barrabás.....

Lucas _ Ver toda aquela gente,com a qual ele convivera durante todo o tempo do seu ministério lhe entregar ao calvário deve ter sido uma dor inenarrável.
_ Assim o fez para nos salvar. Não foi apenas uma cruz de madeira que foi posta em seus ombros naquele momento, mas sim todas as iniquidades da humanidade,todas as barbaridades dos homens ,todos os pecados.
_ Deus se fez carne , se fez homem ,se fez filho e esse seu único filho foi dado em sacrifício por todos nós.....

Voz distante: _ Cordeiro de Deus que tirai os pecados do mundo


Silêncio.........


Toques de martelo anunciam que a crucificação chegara a hora, Jesus e dois ladrões são postos em cruzes lado a lado.
Apoiada entre amigos, Maria chora um choro resignado,sem desespero, porém com relutância e dor, Maria Madalena desespera-se e lança-se ao pé da cruz
Ouve-se Jesus num último brado: Pai, nas tuas mãos eu entrego o meu espírito.
Dizendo essas palavras sua cabeça tomba para o lado a multidão se afasta, ficando apenas aquelas mulheres e poucos acompanhantes, que vão se afastando enquanto baixam-se as cruzes.

Os jovens fecham o discurso:

Lucas _ Tanto sofrimento ,tanto sacrifício, tantas pessoas envolvidas e para quê? Hoje ainda vemos que há tanta maldade nesse mundo.
João_ Eis que Jesus nos deixou o maior de todos os ensinamentos já deixados. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei...O seu amor por nós não tinha limites, discriminação nem preconceitos. Sua mensagem foi clara e hoje em todos os cantos do mundo os homens de bem ainda buscam meios para compreender essa mensagem.
Lucas_ Um Homem, filho de Deus que por nos amar demais, entregou-se ao martírio para a redenção de todos os nossos pecados, para o bem de todos nós.

Cena final: Jesus no colo de sua mãe, que ternamente o cobre em tecidos


Roteiro e adaptações: Ana Cibele de Paula